Num. 25. Consumo e consumidor

Num. 25. Consumo e consumidor
Infância latinoamericana Português
4 de noviembre de 2019

Títol

Autor


Rosa Sensat


Editorial

A 25ª edição da Revista Infância Latinoamericana, editada pela Associación de Maestros Rosa Sensat, terá como tema Infância, Mídia e Consumo. Neste número será problematizado sobre qual educação estamos proporcionando aos bebês e as crianças pequenas: educamos para a cidadania ou para o consumo? Nesse sentido, uma reflexão que se faz necessária é pensar sobre como as sociedades contemporâneas estão sendo organizadas com uma supervalorização do consumo incentivada pela mídia que afeta diretamente a sustentabilidade do planeta e a vida das crianças. Nosso desafio será trazer para a discussão como a Educação Infantil tem tratado desse tema com as/os professoras e professores e presentar experiências em que as crianças estejam vivenciando práticas de consumo consciente e que ajudem os bebês e crianças exercerem a sua cidadania desde bem pequenos. Convidamos você a fazer parte desse debate.

Rosa Sensat


Tema. O marketing outra maneira de representar a infância

O artigo apresenta algumas imagens que o marketing e a publicidade construíram para representar as crianças, essa área do mercado assumiu a criança como um público-alvo fácil para persuadir e manipular para a ideia de consumo e consequentemente os pais, quem no final irá tomar a decisão de compra. Nesse sentido, a partir da teoria das representações sociais, algumas idéias sobre a infância que o marketing construiu para impactar as relações dos adultos que construímos com as crianças são levadas em conta. Assim, concepções como infância do consumo e infância mercantil fazem parte do conjunto para analisar essas imagens que nos são apresentadas por uma criança criada para o consumo.

Rosa Sensat


Tema. Devolver Infâncias

A infância, a nossa e a do mundo, a da humanidade em geral e a do sujeito em sua singularidade, a infância como a idade da franqueza, ingenuidade, imaturidade e deslumbramento, não é mais, não existe, se foi, dificilmente volte, talvez nunca tenha existido.

Rosa Sensat


Entrevista. Irene Balaguer (I). O amanhecer da Infancia

Irene Balaguer estava no grupo que promoveu esta revista. Por muitos anos ela foi sua diretora (uma posição que compartilhou com Francesca Majó). Foram inúmeras as iniciativas que ela promoveu em favor de uma educação de qualidade para os pequenos. Ela foi incansável em seu afã de espalhar redes, para além do seu país, para Europa e para o mundo. Ela faleceu em dezembro passado, mas fica sua obra, a qual vamos manter viva, e também a memória de sua palavra. Esta deve ser uma das últimas entrevistas que foram feitas e que vamos publicar em três edições da revista.

Rosa Sensat


Cultura e expressão. Criações musicais e uma brincadeira com as mãos

Educar para a convivência e a paz é um dos desafios humanos e um dos fins educacionais mais importantes para o Peru e para a sociedade atual, especialmente dada a situação de violência que o mundo enfrenta. Neste sentido, cobra especial destaque a busca do bem comum e o respeito pela dignidade da condição humana, bem como estratégias que podemos implementar em sala de aula para promover a escola como um espaço de socialização baseado na confiança, no diálogo, na solidariedade e no respeito mútuo, que privilegie uma formação que favoreça uma convivência positiva.Em um país tão diverso como o Peru, conviver com as diferenças também é um desafio, que devemos assumir com responsabilidade desde a sala de aula, especialmente considerando que todas as culturas são ricas representantes de nossa nação.Todas as mensagens cobram sentido e relevância no discurso cotidiano, no sentir dos corações das meninas e dos meninos. Por todas essas razões, não podemos deixar de afirmar que a expressão e a arte são companheiros formidáveis para sentir e amar o outro.

Rosa Sensat


Experiências. Mídia e cultura infantil no cotidiano da escola

“A criança também é educada pela mídia, principalmente pela televisão. Aprende a informar-se, conhecer os outros, o mundo, a si mesmo, a sentir, fantasiar, a relaxar, vendo, ouvindo, tocando as pessoas na tela, que lhe mostram como viver, ser feliz e infeliz, amar e odiar. A relação com a mídia é prazerosa – ninguém obriga – é feita através da sedução, da emoção, da exploração sensorial, da narrativa – aprendemos vendo as estórias dos outros e as estórias que os outros nos contam.” (Morin, 2007, p.166).

Rosa Sensat


Experiências. O Consumismo e as datas comemorativas na Educação Infantil

Trazemos neste relato a experiência da Escola Manuel Bandeira, da rede municipal da cidade de Guarulhos – SP, que atualmente vem realizando uma ação de desconstrução das práticas de comemoração de datas dentro da instituição de educação infantil, procurando debater com as crianças a questão do consumismo.

Rosa Sensat


Reflexões Pedagógicas. Tecnologias e subjetividades em formação

Neste artigo pretendemos refletir sobre um tema comum hoje para todos nós que estamos próximos da primeira infância (mães, pais, cuidadores, educadoras, profissionais de saúde): a presença da tecnologia no cotidiano do lar, as formas pelas quais os dispositivos tecnológicos estão presentes na vida do bebê, meninas e meninos pequenos e suas famílias, e seus possíveis efeitos no desenvolvimento.

Rosa Sensat


Reflexões Pedagógicas. Publicidade de experiência: a cultura do consumo propagada pelos YouTubers para as crianças

Numa era de convergência midiática e digital (JENKINS, 2009), temos crianças que nascem inseridas na cultura dos smartphones e tablets, ou seja, são nativos digitais (PRENSKY, 2001; PALFREY; GASSER, 2008). Isso quer dizer que elas supostamente já saberiam desde a mais tenra idade a estarem conectadas no ambiente on-line. Consequentemente, elas acessariam à infinidade de conteúdos existentes na internet assim como estariam presentes nos sites de redes sociais, entre eles, o YouTube, a mais popular plataforma social de streaming de vídeos.

Rosa Sensat


Historia da educação. Qual é o lugar ocupado por bebês e crianças na sociedade brasileira?

A saudosa Fúlvia Rosemberg é parte integrante da história brasileira da educação das crianças de 0-6 anos na esfera pública. Deixou um legado imenso para a criançada do Brasil além de suas famílias, pesquisadores/as e professoras/es. Sempre articulando feminismo e criança pequena nas suas pesquisas, nas intervenções nas políticas públicas, na docência e nos seus artigos.

Rosa Sensat


As 100 linguagens da infância. A infância e o cinema

“É de suma importância o fato de descobrir bons filmes no momento certo, aqueles que deixarão rastros ao longo de toda a vida. (…) As importantes descobertas, no cinema, são muitas vezes aquelas de filmes que contêm um tempo de avanço na consciência que temos de nós mesmos e de nossa relação com a vida. No momento do encontro, nos contentamos em acolher o enigma com assombro e acusar o golpe, o poder de tremer. O tempo de elucidação virá mais tarde e poderá durar vinte anos, trinta anos ou uma vida inteira. O filme trabalha no silêncio, sua onda de choque se expande lentamente ”
(BERGALA; 2002: 41).

Rosa Sensat


Créditos

Redação e coordenação:
Irene Balaguer, Sílvia Morón y Rosa Ferer
Layout: Clara Elias

Rosa Sensat

Títol


Indice

Autor


Rosa Sensat


Títol


Editorial

A 25ª edição da Revista Infância Latinoamericana, editada pela Associación de Maestros Rosa Sensat, terá como tema Infância, Mídia e Consumo. Neste número será problematizado sobre qual educação estamos proporcionando aos bebês e as crianças pequenas: educamos para a cidadania ou para o consumo? Nesse sentido, uma reflexão que se faz necessária é pensar sobre como as sociedades contemporâneas estão sendo organizadas com uma supervalorização do consumo incentivada pela mídia que afeta diretamente a sustentabilidade do planeta e a vida das crianças. Nosso desafio será trazer para a discussão como a Educação Infantil tem tratado desse tema com as/os professoras e professores e presentar experiências em que as crianças estejam vivenciando práticas de consumo consciente e que ajudem os bebês e crianças exercerem a sua cidadania desde bem pequenos. Convidamos você a fazer parte desse debate.

Autor


Rosa Sensat


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Tema. O marketing outra maneira de representar a infância

O artigo apresenta algumas imagens que o marketing e a publicidade construíram para representar as crianças, essa área do mercado assumiu a criança como um público-alvo fácil para persuadir e manipular para a ideia de consumo e consequentemente os pais, quem no final irá tomar a decisão de compra. Nesse sentido, a partir da teoria das representações sociais, algumas idéias sobre a infância que o marketing construiu para impactar as relações dos adultos que construímos com as crianças são levadas em conta. Assim, concepções como infância do consumo e infância mercantil fazem parte do conjunto para analisar essas imagens que nos são apresentadas por uma criança criada para o consumo.

Autor


Rosa Sensat


Títol


Tema. Devolver Infâncias

A infância, a nossa e a do mundo, a da humanidade em geral e a do sujeito em sua singularidade, a infância como a idade da franqueza, ingenuidade, imaturidade e deslumbramento, não é mais, não existe, se foi, dificilmente volte, talvez nunca tenha existido.

Autor


Rosa Sensat


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Entrevista. Irene Balaguer (I). O amanhecer da Infancia

Irene Balaguer estava no grupo que promoveu esta revista. Por muitos anos ela foi sua diretora (uma posição que compartilhou com Francesca Majó). Foram inúmeras as iniciativas que ela promoveu em favor de uma educação de qualidade para os pequenos. Ela foi incansável em seu afã de espalhar redes, para além do seu país, para Europa e para o mundo. Ela faleceu em dezembro passado, mas fica sua obra, a qual vamos manter viva, e também a memória de sua palavra. Esta deve ser uma das últimas entrevistas que foram feitas e que vamos publicar em três edições da revista.

Autor


Rosa Sensat


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Cultura e expressão. Criações musicais e uma brincadeira com as mãos

Educar para a convivência e a paz é um dos desafios humanos e um dos fins educacionais mais importantes para o Peru e para a sociedade atual, especialmente dada a situação de violência que o mundo enfrenta. Neste sentido, cobra especial destaque a busca do bem comum e o respeito pela dignidade da condição humana, bem como estratégias que podemos implementar em sala de aula para promover a escola como um espaço de socialização baseado na confiança, no diálogo, na solidariedade e no respeito mútuo, que privilegie uma formação que favoreça uma convivência positiva.Em um país tão diverso como o Peru, conviver com as diferenças também é um desafio, que devemos assumir com responsabilidade desde a sala de aula, especialmente considerando que todas as culturas são ricas representantes de nossa nação.Todas as mensagens cobram sentido e relevância no discurso cotidiano, no sentir dos corações das meninas e dos meninos. Por todas essas razões, não podemos deixar de afirmar que a expressão e a arte são companheiros formidáveis para sentir e amar o outro.

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Rosa Sensat


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Experiências. Mídia e cultura infantil no cotidiano da escola

“A criança também é educada pela mídia, principalmente pela televisão. Aprende a informar-se, conhecer os outros, o mundo, a si mesmo, a sentir, fantasiar, a relaxar, vendo, ouvindo, tocando as pessoas na tela, que lhe mostram como viver, ser feliz e infeliz, amar e odiar. A relação com a mídia é prazerosa – ninguém obriga – é feita através da sedução, da emoção, da exploração sensorial, da narrativa – aprendemos vendo as estórias dos outros e as estórias que os outros nos contam.” (Morin, 2007, p.166).

Autor


Rosa Sensat


Títol


Experiências. O Consumismo e as datas comemorativas na Educação Infantil

Trazemos neste relato a experiência da Escola Manuel Bandeira, da rede municipal da cidade de Guarulhos – SP, que atualmente vem realizando uma ação de desconstrução das práticas de comemoração de datas dentro da instituição de educação infantil, procurando debater com as crianças a questão do consumismo.

Autor


Rosa Sensat


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Reflexões Pedagógicas. Tecnologias e subjetividades em formação

Neste artigo pretendemos refletir sobre um tema comum hoje para todos nós que estamos próximos da primeira infância (mães, pais, cuidadores, educadoras, profissionais de saúde): a presença da tecnologia no cotidiano do lar, as formas pelas quais os dispositivos tecnológicos estão presentes na vida do bebê, meninas e meninos pequenos e suas famílias, e seus possíveis efeitos no desenvolvimento.

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Rosa Sensat


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Reflexões Pedagógicas. Publicidade de experiência: a cultura do consumo propagada pelos YouTubers para as crianças

Numa era de convergência midiática e digital (JENKINS, 2009), temos crianças que nascem inseridas na cultura dos smartphones e tablets, ou seja, são nativos digitais (PRENSKY, 2001; PALFREY; GASSER, 2008). Isso quer dizer que elas supostamente já saberiam desde a mais tenra idade a estarem conectadas no ambiente on-line. Consequentemente, elas acessariam à infinidade de conteúdos existentes na internet assim como estariam presentes nos sites de redes sociais, entre eles, o YouTube, a mais popular plataforma social de streaming de vídeos.

Autor


Rosa Sensat


Títol


Historia da educação. Qual é o lugar ocupado por bebês e crianças na sociedade brasileira?

A saudosa Fúlvia Rosemberg é parte integrante da história brasileira da educação das crianças de 0-6 anos na esfera pública. Deixou um legado imenso para a criançada do Brasil além de suas famílias, pesquisadores/as e professoras/es. Sempre articulando feminismo e criança pequena nas suas pesquisas, nas intervenções nas políticas públicas, na docência e nos seus artigos.

Autor


Rosa Sensat


Títol


As 100 linguagens da infância. A infância e o cinema

“É de suma importância o fato de descobrir bons filmes no momento certo, aqueles que deixarão rastros ao longo de toda a vida. (…) As importantes descobertas, no cinema, são muitas vezes aquelas de filmes que contêm um tempo de avanço na consciência que temos de nós mesmos e de nossa relação com a vida. No momento do encontro, nos contentamos em acolher o enigma com assombro e acusar o golpe, o poder de tremer. O tempo de elucidação virá mais tarde e poderá durar vinte anos, trinta anos ou uma vida inteira. O filme trabalha no silêncio, sua onda de choque se expande lentamente ”
(BERGALA; 2002: 41).

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Irene Balaguer, Sílvia Morón y Rosa Ferer
Layout: Clara Elias

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