Associação de Professores Rosa Sensat

PENSANDO COM IRENE BALAGUER
Obrigada por me darem a oportunidade de pensar mais uma vez com Irene … e obrigada a todos os presentes, amigos e amigas, porque são vocês que dão sentido ao projeto coletivo pelo qual Irene sempre lutou e, acima de tudo, muito obrigada a quem veio de longe para estarmos juntos nesta jornada de celebração da vida e da infância.

Palavras para Irene

Nesta seção, encontramos diversos artigos dedicados a Irene:

Este conjunto de pequenos artigos nos fala sobre a dimensão pessoal, cultural, pedagógica, política e universal de Irene Balaguer.

Das políticas à escola. Em memória de Irene Balaguer

Quando recebi o convite para colaborar com a revista Latinoamericana (La Lati, como gostava de dizer Irene), pensei em não fazer a fala naquela tarde de julho em Barcelona não havia nada escrito da minha parte. IMPROVISEI, falei emocionada da memória de muitas, muitas horas de debates e planejamentos que Irene, Marta Mata (até sua morte), e eu dedicamos para que a política melhorasse a Educação Infantil, procurando os melhores caminhos, insistindo uma e outra vez.

Das políticas à escola. A Educação é sempre um discurso político

Conheci Irene Balaguer em 1986. Fui convidado pela Comissão Europeia para coordenar uma rede de especialistas – inicialmente conhecida como Rede de Atenção à Infância – que era responsável por “examinar a situação atual dos cuidados infantis na Comunidade Econômica Europeia com especial atenção para os efeitos nas oportunidades de emprego das mulheres, e para fazer recomendações à Comissão sobre políticas e serviços de acolhimento de crianças para facilitar e promover a igualdade de oportunidades para as mulheres ”. Não sei exatamente porque fui convidado para liderar este grupo, considerando que sou monolíngue e não sabia quase nada sobre serviços para a primeira infância em outros países europeus. Além disso, não sabia com quem iria trabalhar naquela rede; os membros especialistas da rede deveriam ser selecionados, de acordo com critérios que eu não conhecia, pelos governos ou agências governamentais dos Estados membros. A perspectiva não era muito promissora.

Das políticas à escola. Por uma educação que respeite os direitos dos bebês e crianças

Inspirada por Irene Balaguer, que nos lembra da importância de entender as políticas públicas, para saber para onde elas nos levam, apresentarei a experiência que coordenei na cidade de São Paulo, quando era responsável pela Divisão de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação.

Os Indicadores de Qualidade ajudam-nos a não esquecer que os bebês, meninos e meninas são sujeitos de direitos humanos, são capazes, portadores de todas as melhores potencialidades da espécie humana, desde que os adultos com quem convivem e a sociedade o tenham conhecimento. e agir nessa direção.

Que escola queremos? O direito à educação em uma escola pública, laica e de qualidade

Desde 1984 e até hoje, seja em Reggio Emilia ou em Barcelona, ​​minha história profissional e pessoal se confundiu muitas vezes com a de Irene, uma colega e amiga de verdade com quem muitas vezes compartilhei dúvidas e certezas, realidades e utopias, alegrias e beleza, mas também decepções e desgostos.

Uma escola pública e laica
Formação e cooperação no trabalho para uma escola de qualidade
Uma escola de portas abertas para uma educação democrática e participativa

Que escola queremos? Fora da sala, na natureza. Histórias do bosque.

Na Dinamarca, existem muitas escolas bosque para crianças. Com o passar dos anos, foram aumentando em número, então agora nos acostumamos com o fato de que elas fazem parte do cenário global. Já não é exótico e especial encontrar crianças e educadores nos bosques ou em qualquer outro espaço natural onde brincam ou exploram.

Que escola queremos? Necessidade ou Direito?

Neste mundo em mudança, os direitos das crianças ocupam um lugar central. Trata-se de algo muito mais potente do que as necessidades: um compromisso da sociedade com seus filhos com vistas a garantir as condições ideais para seu desenvolvimento em nossa sociedade, em nossa cultura.

Que professores precisamos? Quem educa? Quem educamos? O “lugar” do educador

Educa quem o faz desde sua própria educação sentimental, desde a íntima conexão com sua própria bagagem cultural; uma bagagem cultural vivida, antes de tudo, como uma experiência estética pessoal. Educa quem permite que essa experiência o acompanhe inevitavelmente na sua vida profissional num belo exercício de tradução; como um impulso da própria maneira de viver a escola. “A arte – diz a professora Maite Pujol no prólogo do livro Arte e jogo (2009) – facilita o estabelecimento e a ampliação de conexões entre diferentes elementos do ambiente”. Quem educa deve fazê-lo desde a paixão pela cultura, atraído pela “inutilidade do inútil”, nos termos de Nuccio Ordine (2013) quando define “o inútil” referindo-se ao marco humanístico, ao conhecimento sem benefício. Educa quem chega ao cotidiano escolar com propostas expressivas, elaboradas e acompanhadas de expressões de toda espécie (literatura, arte, música, teatro, dança, etc.). Perdoem por trazer a água para o meu moinho, pois sou filóloga e gosto muito de literatura.

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